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De acordo com os propósitos do PTàD, os recursos obtidos através dos apadrinhamentos revertem totalmente a favor das crianças abrangidas pelo projecto. Deste modo, o dinheiro proveniente dos tutores é empregue para satisfazer as necessidades básicas dessas mesmas crianças, nomeadamente a nível de alimentação, vestuário, material escolar e despesas de saúde.

No que concerne às crianças internas da Casa Esperança, as verbas recebidas são reunidas num único bolo e geridas pela Irmã Lídia, responsável da Instituição, que se encarrega de fazer as compras alimentares a grosso, de forma a conseguir melhores preços. Relativamente às crianças que são externas à Casa Esperança, é também a Irmã Lídia que se encarrega de fazer a distribuição dos fundos, concedendo a cada criança o valor exacto enviado pelo tutor. Os voluntários no terreno fazem regularmente visitas às casas destas crianças, de modo a certificarem-se acerca das condições de vida em que estas crianças vivem, garantindo que o dinheiro recebido é empregue na satisfação das suas necessidades básicas.

As demais despesas que o PTàD tem são cobertas pelas cotas dos associados e pelas verbas conseguidas através da organização de eventos, como festas e jantares de angariação de fundos. Assim se garante que as doações dos tutores se destinam, única e simplesmente, aos seus afilhados moçambicanos.